quarta-feira, 30 de novembro de 2011

7 erros que cometemos ao fazer upgrades no PC.

Quem tenta acompanhar a evolução nos itens de hardware acaba cometendo alguns erros na hora de comprar determinados componentes. Algumas vezes por mera desatenção, outras por não conhecer os detalhes da peça que está adquirindo.

Para os novatos, o desafio de atualizar a máquina é ainda maior, pois além de ter de prestar muita atenção no momento de escolher um novo componente, é preciso se preparar para a instalação do novo item de hardware.

Pequenos erros que cometemos ao fazer upgrades

Lembramos que descuidos são comuns e, seja você um iniciante em informática ou um expert, toda atenção é pouca. Assim, sempre que você for fazer um upgrade poderá consultar nossa lista de erros comuns para evitá-los.

Pouca energia para muitos dispositivos

Independente de qual item você vai atualizar no PC, a instalação de novos componentes sempre influencia diretamente no consumo de energia. O problema, todavia, não está apenas no aumento nos gastos, mas também no funcionamento da máquina.

Instalar novos dispositivos de hardware que demandem grande potência pode acarretar no superaquecimento ou na queima das peças internas da fonte e, possivelmente, até no mau funcionamento de outros componentes do computador, visto que a fonte não consegue entregar energia suficiente para todos os itens.

(Fonte da imagem: Divulgação/OCZ)

Uma dica importante para evitar esse tipo de situação é efetuar os cálculos apropriados para averiguar se a fonte de alimentação tem capacidade de manter o novo item de hardware funcionando e pesquisar se ela fornece a quantidade de energia prometida.

Adquirindo peças incompatíveis

O segundo erro comum de nossa lista afeta uma gama grande de pessoas. Quem conhece o computador que tem acaba não entrando nesse tipo de enrascada, porém, quem está iniciando no mundo da informática pode desconhecer as peças que possui no PC.

Ocorre que muitos componentes possuem diversas especificações, as quais devem oferecer compatibilidade com a placa-mãe para poder funcionar de maneira apropriada. De nada adianta adquirir uma placa de som com encaixe PCI-express se o computador não conta com esse tipo de slot.

(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)

Para solucionar esse tipo de problema é importante ler o manual da placa-mãe ou verificar no site oficial os tipos de slots que ela possui. Além disso, é essencial verificar as especificações do novo componente de hardware.

Particularidades da placa de vídeo

Um dos principais componentes que as pessoas costumam adquirir é a placa gráfica. Nada mais normal; afinal, para executar jogos e alguns aplicativos robustos, uma placa de vídeo offboard é essencial. O problema, no entanto, está na falta de atenção ao adquirir tal item.

É comum adquirirmos novos produtos por empolgação e tentando aproveitar os baixos preços. Ocorre que a falta de pesquisa pode ser um verdadeiro tiro no pé, ainda mais no caso das placas de vídeo que custam absurdos. O erro maior não é gastar muito, porém, adquirir um componente incompatível com os demais itens do computador.

Placas poderosas requisitam energia extra (Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)

Ao escolher uma nova placa gráfica, é importante ficar de olho no tipo de encaixe (nas máquinas mais recentes o tipo de slot é o PCI-express), nos tipos de conectores necessários (as placas de vídeo mais exigentes requisitam energia extra, portanto, sua fonte deve ser compatível) e, não menos importante, na quantidade de energia necessária (para não exigir mais energia do que a fonte pode fornecer).

Reativando o Windows

Depois de uma atualização no hardware do computador, o Windows pode não identificar os novos componentes — principalmente se a placa-mãe foi substituída — e solicitar uma nova ativação do sistema. Claro, não há como prever esse tipo de erro, visto que tal processo não depende de você, portanto, não fique se culpando por tal situação.

Normalmente, o processo de ativação não deve gerar muitos problemas, todavia, em alguns casos sua licença pode não ser aceita durante a verificação que é realizada online. Para solucionar tal problema, basta você ter sua chave do Windows em mãos e contatar a Microsoft por telefone. Em poucos minutos, é possível resolver o erro e ter seu sistema funcionando normalmente.

Drivers desatualizados

Ao adicionar novos componentes no PC, você deverá instalar drivers compatíveis para que eles funcionem. Até aí nenhuma novidade, afinal, você já deve ter feito isso alguma vez na vida. Entretanto, um erro que cometemos é o de instalar o software que acompanha o dispositivo, sem se preocupar quanto à versão e à funcionalidade dele.

Claro, não existe problema algum em instalar os drivers que vêm no CD do item de hardware adquirido. Contudo, algumas vezes, tais programas podem estar desatualizados e consequentemente não fornecer o melhor desempenho para sua máquina. A solução? Simples. Basta entrar no site da fabricante do componente e obter o último software. Se você comprou uma nova placa de vídeo, essa dica é essencial para você não encarar muitos bugs.

Hardware novo, BIOS antiga

A instalação de novas placas no computador não deve gerar muitas dores de cabeça. Contudo, a Lei de Murphy sempre funciona e é bem possível que algum erro ocorra na hora de você tentar instalar um novo componente. Uma coisa que muitos esquecem é a versão da BIOS, uma preocupação que normalmente não existe, mas que em situações específicas pode incomodar.

É o caso da troca do processador. Algumas placas-mãe vêm configuradas de fábrica para funcionar com determinadas CPUs, mas, com a chegada de novos modelos, tais placas ganham atualização de BIOS. Portanto, antes de comprar um novo processador, vale verificar se a placa é compatível e se não é necessário efetuar uma atualização no software dela.

Horas para transferir dados

Se você está pensando em trocar o disco rígido da sua máquina, é importante pensar na cópia dos documentos de um drive para o outro. Transferir dados usando o gerenciador de arquivos do Windows pode demorar muitas horas, o que, apesar de não ser um erro, é algo muito incômodo.

Para não perder tempo, você deve atentar para dois detalhes. Primeiro é importante conectar o HD diretamente em uma porta SATA (caso esteja copiando arquivos de um notebook, conecte o novo disco na entrada eSATA). Depois, você deve optar por utilizar um programa próprio para a atividade, de preferência um software que faça uma cópia integral de todo o conteúdo.

(Fonte da imagem: Divulgação/Western Digital)

No Baixaki, você pode encontrar o HDClone Free Edition e o Paragon Drive Backup Free Edition, dois programas que devem fazer a tarefa da cópia de maneira rápida. Vale lembrar que você deve verificar o tamanho do novo disco (afinal, se o HD antigo for maior, não há como efetuar o processo de clonagem) e averiguar se você deseja realizar uma nova instalação do sistema (se for o caso, não é possível copiar todo o conteúdo na íntegra).

Erros são comuns

Nossa lista de erros e soluções acaba aqui. Esperamos que você consulte-a quando necessário e consiga evitar essas situações. Lembramos que quem gosta de trabalhar com hardware deve se acostumar com possíveis problemas que ocorrem durante a atualização dos componentes, afinal, nem sempre é possível se lembrar de tudo. Caso você tenha mais alguma dica, colabore com os demais leitores postando-a nos comentários.



Android


Android é um sistema operacional móvel que roda sobre o núcleo Linux, embora por enquanto seja ainda desenvolvido numa estrutura externa ao núcleo Linux[5]. Foi inicialmente desenvolvido pelo Google e posteriormente pela Open Handset Alliance, mas a Google é a responsável pela gerência do produto e engenharia de processos. O Android permite aos desenvolvedores escreverem software na linguagem de programação Java controlando o dispositivo via bibliotecas desenvolvidas pela Google.[6] Existem atualmente mais de 315 mil aplicações disponíveis para Android.[7][8] O sistema operativo Android consiste em 12 milhões de linhas de código, incluindo 3 milhões em XML, 2.8 milhões de linhas de C, 2.1 milhões de linhas de código Java e 1.75 milhões de linhas de código em C++.[9]

História

Em julho de 2005 a Google adquiriu a Android Inc., uma pequena empresa em Palo Alto, California, USA.[10] No tempo da Google conduzido por Andy Rubin, foi desenvolvida uma plataforma de telefone móvel baseado em Linux, com o objetivo de ser uma plataforma flexível, aberta e de fácil migração para os fabricantes.

Mais especulações que a Google estava entrando no mercado de telefones móveis surgiram em Dezembro de 2006, com as noticias da BBC e The Wall Street Journal sobre a Google estar disposta a entrar no mercado de buscas e aplicações para telefones móveis e trabalhar duro para isso. A imprensa reportou rumores de um telefone desenvolvido pelo Google. Atualmente, é desenvolvido em parceria com a empresa de Software, Sun corp.

O primeiro telefone comercialmente disponível a rodar no sistema Android foi o HTC Dream, lançado a 22 de outubro de 2008.[11]

Em 27 de maio de 2010 Matias Duarte, antigo diretor da interface do WebOS, junta-se à equipa do Android após a compra da Palm pela HP[12].

O primeiro tablet comercialmente disponível a rodar o sistema operativo Android 3.0 foi o Motorola Xoom, lançado a 24 de fevereiro de 2011 nos Estados Unidos.

Características

Com o lançamento do SDK, características e especificações para o Android são facilmente distribuídas.[13][14]

Handset layouts
A plataforma é adaptada tanto para dispositivos VGA maiores, gráficos 2D, bibliotecas gráficas 3D baseadas em OpenGL ES especificação 2.0 e os layouts mais tradicionais de smartphones,
Armazenamento
É utilizado SQLite para armazenamento de dados,
Conectividade
Celulares com Android não se conectam ao computador pela porta USB, sendo necessário instalar hacks para tentar fazer isso.[15][16]
Mensagens
Tanto SMS como MMS são formas disponíveis de envio de mensagens.
Navegador
O navegador disponível no sistema é baseado no framework de Código aberto conhecido como WebKit.
Máquina virtual Dalvik
Aplicações escritas em Java são compiladas em bytecodes Dalvik e executadas usando a Máquina virtual Dalvik, que é uma máquina virtual especializada desenvolvida para uso em dispositivos móveis, o que permite que programas sejam distribuídos em formato binário (bytecode) e possam ser executados em qualquer dispositivo Android, independentemente do processador utilizado. Apesar das aplicações Android serem escritas na linguagem Java, ela não é uma máquina virtual Java, já que não executa bytecode JVM.
Multimedia
O sistema irá suportar formatos de áudio e vídeo como: MPEG-4, H.264, MP3, e AAC.
Suporte Adicional de Hardware
O Android é totalmente capaz de fazer uso de câmeras de vídeo, tela sensível ao toque, GPS, acelerômetros, e aceleração de gráficos 3D.
Ambiente de desenvolvimento (SDK)
Inclui um emulador, ferramentas para debugging, memória e análise de performance. O IDE Eclipse (atualmente 3.4 ou 3.5) poderá ser utilizado através do plugin Android Develpment Tools (ADT).

Versões

As diferentes versões de Android têm desde a versão 1.5, nomes de sobremesas ou bolos (em inglês) e seguem uma lógica alfabética:

  • 1.5: Cupcake (Abril de 2009, com a última revisão oficial a maio de 2010)
  • 1.6: Donut (Setembro de 2009, com a ultima revisão oficial a maio de 2010)
  • 2.1: Eclair (Janeiro de 2010, com a última revisão oficial a maio de 2010)
  • 2.2: FroYo (Frozen Yogourt - Maio de 2010, com a última revisão oficial a julho de 2010)
  • 2.3-2.4: Gingerbread (versão atual lançada a 6 de dezembro de 2010)
  • 3.0-3.2: Honeycomb (Lançada especialmente para tablets em Janeiro de 2011)[17]
  • 4.0: Ice Cream Sandwich (Anunciada oficialmente em 19 de outubro de 2011)[18]
  • X.X: Jelly Beans (Não se sabe a data de lançamento, nem o número de série e nem as novas funções do novo Android Jelly Beans)

Licenciamento

Com a exceção de breves períodos entre atualizações, o Android está disponível como código aberto desde 21 Outubro de 2008. A Google publicou todo o código sob a licença Apache.




Pode baixar

WinUSB Maker

1.6

Instalar o Windows vai ficar ainda mais fácil com este programa que leva os arquivos de instalação para dentro do pendrive.


WinUSB Maker é a nova ferramenta para quem quer mais uma alternativa para instalar o Windows em um computador, mas prefere fazê-lo usando um pendrive em vez de um disco (CD ou DVD). Além da simples questão de escolha, muitas vezes o PC em questão não conta com leitor de discos, restando a entrada USB como única opção.

O WinUSB Maker conta com a opção de usar tanto uma imagem ISO quanto um diretório de configuração como fonte para a criação de um pendrive “bootável”. Assim, é possível inserir um disco de instalação do Windows no drive de um computador, copiar tudo para um dispositivo USB e ganhar muito mais praticidade e segurança para armazenar os dados.

Criando um Windows USB

v

O processo é bem simples e intuitivo. Primeiro, você deve selecionar se vai usar uma pasta de configuração ou uma imagem ISO como fonte. Feito isso, defina qual o dispositivo USB que vai receber os arquivos e as definições do programa estão prontas. Basta clicar em “Make It Bootable” para que o WinUSB Maker comece a tabalhar.

Vale lembrar que esse processo pode ser bastante demorado, principalmente se a versão do Windows escolhida for uma mais recente. De qualquer forma, não passam de alguns minutos até que o seu pendrive esteja com todos os arquivos necessários para instalação do Windows.

Pendrive ou HD externo

O WinUSB Maker pode trabalhar tanto com pendrives quanto com discos rígidos externos. O aplicativo suporta dispositivos de até 1 TB, ou seja, espaço de sobra para que todos os arquivos de instalação do Windows sejam incluídos de forma prática e segura em um equipamento portátil e de fácil armazenamento.

Antes de usar o dispositivo, seja ele qual for, o WinUSB Maker formata-o em NTFS. Além disso, vale lembrar que ele reconhece apenas equipamentos removíveis, garantindo que não haverá nenhuma confusão do tipo apagar algum de seus discos rígidos.

WinUSB Maker



Compatibilidade

O WinUSB Maker é compatível apenas com algumas versões do sistema operacional Windows. Apenas as seguintes versões podem ser “transportadas” para dentro de um pendrive por este programa:

• Windows 8
• Windows 7
• Windows Server 2007
• Windows Server 2011
• Versões baseadas nos Windows 7 e 8

Vale lembrar que todas as versões e edições dos sistemas listados acima são suportadas, tanto as de 32-bits quanto as de 64-bits.





TV de plasma evolui e continua com imagem melhor do que de LCD



Desde o surgimento das TVs de tela fina e o fim dos enormes televisores de tubo, uma dúvida assombra os usuários: a melhor opção é tecnologia de LCD ou de plasma?

Não há uma resposta exata. Em termos de mercado, é fácil apontar um vencedor: em 2010, 188 milhões de aparelhos de LCD foram vendidos no mundo, contra 18,2 milhões de TVs de plasma.

Para o consumidor, o melhor é entender as diferenças entre as tecnologias.

A disputa entre os dois padrões começou há dez anos, quando o mercado de aparelhos de televisão foi revolucionado pelo lançamento das TVs de plasma.

Os consumidores começaram a deixar de lado o aparelho antigo de tubo para cobiçar a modernidade de espessura fina e de dimensões maiores que 40 polegadas.

O LCD chegou em seguida e se popularizou graças às desvantagens do seu concorrente: as primeiras gerações de plasma apresentavam problemas como manchas na tela, além de terem um consumo de energia maior.

IMAGEM X VARIEDADE

Hoje ambas apresentam vantagens e desvantagens que devem ser levadas em conta na hora da compra.

Para os aficionados por vídeo, o plasma oferece maior qualidade de imagem.

Porém, seu consumo de energia continua alto em comparação ao LCD convencional e ao LCD com LED. E o LCD tem mais modelos disponíveis, com maior variedade de tamanhos.

Se o melhor televisor é aquele que o bolso pode pagar, uma TV de plasma atualmente chega a ser de 10% a 20% mais barata do que uma de LCD de tamanho similar.

"Elas oferecem o melhor custo-benefício. Um modelo de 43 polegadas de plasma, por exemplo, pode custar R$ 2.299. Já um modelo de LED de 40 polegadas custa a partir de R$2.399", afirma Rafael Cintra, gerente de TVs da Samsung do Brasil.

Para as empresas fabricantes (no mundo, só LG, Samsung e Panasonic), o fato é explicado pelo estágio avançado de produção da tecnologia, que possibilita produzir e comercializar equipamentos mais baratos.

"O televisor de plasma atende a um nicho específico do mercado, como os cinéfilos, ou os usuários que prezam por imagens mais naturais", complementa Cintra.

"Há uma parcela de consumidores que prefere as TVs de tecnologia plasma especialmente pela presença de alguns recursos", diz Daniel Augusto Almeida, gerente de produtos da LG.

Há modelos de TVs de plasma com certificação de vídeo THX, oferecida aos produtos que apresentam experiência sonora e visual próxima à de uma sala de cinema.

Mas o principal atrativo do plasma é mesmo a qualidade de imagem um pouco superior, que evita "borrões" na tela e melhora a definição, especialmente, de cenas com movimentos muito rápidos, como em eventos esportivos ou filmes de ação.

É TUDO IGUAL?

Para Carlos Eduardo Vieira, engenheiro da associação de consumidores ProTeste, escolher entre o LCD e o plasma não é tarefa simples:

"As tecnologias de plasma e LCD evoluíram tanto que a qualidade de imagem das duas é bem parecida. O que é exibido por um televisor LCD com iluminação de LED é muito próximo de um modelo de plasma", diz.

Na avaliação do engenheiro, essa proximidade faz com que o consumidor escolha o modelo que mais agrade aos olhos. "A maioria das pessoas não consegue identificar que uma TV tem uma imagem inferior à outra. O usuário se apega a outras coisas, como o design e a espessura", afirma Vieira.


TV DE PLASMA

Indicado para
Ambientes com bloqueio total da incidência de luz externa

Consumo de energia
450 watts (modelo de 42")

Vida útil
25 anos (8 horas de uso diário)

Espessura
entre 4 e 10 cm

Preço
a partir de R$ 1.300 (42")

TV DE LCD

Indicado para
ambientes iluminados, pois conta com película protetora

Consumo de energia
180 watts (modelo de 42")

Vida útil
20 anos (8 horas de uso diário)

Espessura
entre 3 e 10 cm

Preço
a partir de R$ 1.000 (32")


Como funciona uma conexão Wi-Fi


Sabe aquelas ondas que se formam num lago quando você joga uma pedra? É exatamente dessa mesma forma que o sinal Wi-Fi do seu roteador se propaga pela sua casa, partindo da sua pequena antena e viajando em todas as direções em um raio de 360 graus.

As redes Wi-Fi utilizam ondas de rádio comuns para transmitir as informações da sua conexão de Internet, da mesma forma como acontece nos telefones celulares, televisões e no rádio, por exemplo. Aliás, a comunicação nesse tipo de rede se parece muito com as usadas nas transmissões de rádio: uma estação fica responsável por converter e transmitir o áudio (os dados) em sinal elétrico, e posteriormente uma estação receptora traduz essas informações. A única diferença é que, agora, ambos os equipamentos transmitem e recebem.

Como é feita a transmissão das informações?

Os roteadores são o principal elemento das redes Wi-Fi, uma vez que eles são os responsáveis pela conversão do sinal da sua Internet. Esta, por sua vez, pode chegar via cabo ou linha telefônica, ou em sinais de rádio (a famosa "internet 3G") que poderão ser captados pelos diversos dispositivos que suportam essa tecnologia.

A transmissão dessas informações pode acontecer em uma de duas frequências disponíveis pelos governos: a de 2.4 GHz ou a de 5GHz.

Essas faixas foram escolhidas por estarem bem acima daquelas utilizadas pelos telefones sem fio, rádios comunicadores e televisões, evitando qualquer tipo de interferência.

Quanto mais alta é a frequência, além disso, maior será a capacidade do sinal carregar uma grande quantidade de informações, um atributo muito importante para permitir a troca de arquivos entre os computadores que fazem parte da rede.

Mas como eles conseguem se comunicar entre si? Por que equipamentos com Bluetooth não 'conversam' no Wi-Fi?

A comunicação entre os diversos dispositivos conectados na sua rede Wi-Fi é feita através de um protocolo, ou seja, uma lingua, que permite a eles reconhecerem as informações uns dos outros (e eliminarem a de outros equipamentos). O padrão utilizado atualmente é o 802.11, que se apresenta em diferentes variações.

O 802.11a transmite as informações na faixa de 5GHz, e é capaz de transmitir até 54 megabits de dados por segundo. Por esse motivo, ele é considerado mais eficiente que o 802.11b, que usa um sistema no qual o sinal de rádio é dividido em diferentes sinais menores para reduzir as chances de interferência.

O padrão 802.11b utiliza a frequência de 2.4 GHz, e foi por muito tempo foi o mais usado devido ao seu baixo custo, mas logo ele caiu em desuso por conta de sua baixa capacidade de transmissão, conseguindo enviar no máximo 11 megabits de dados por segundo (quase 5x menos que o 802.11a).

Já o padrão 802.11g consegue ser bem mais rápido, usando a mesma frequência de 2.4GHz. A diferença entre ele e o 802.11a é que ele usa a mesma técnica de divisão do sinal para evitar as interferências, podendo alcançar o mesmo limite teórico de 54 megabits por segundo do padrão 802.11a. Este é o mais comum de encontrarmos no mercado.

Mas padrão mais novo no mercado é o 802.11n. Ele foi criado - e já está em uso - com o objetivo de aumentar tanto o alcance do sinal como a velocidade de transmissão, que possui um limite teórico de 140 megabits por segundo.

Vantagens

As redes Wi-Fi possuem inúmeras vantagens, como por exemplo o fato de permitirem que diversos computadores e dispositivos móveis possam transmitir arquivos e informações entre si sem a necessidade de fios e cabos especiais.

sso, aliado ao fato de serem completamente invisíveis e confiáveis, tornam a ideia de ter uma rede sem fio em casa um item de primeira necessidade nos dias de hoje.

Gostou? Ainda com dúvidas? Deixe seu comentário!


Confira testes e tabela de preços de ligações do Skype e do Gmail


Com preços agressivos e uma gigantesca base de usuários, o Google ampliou a função de ligações telefônicas por meio do Gmail, que antes funcionava em inglês nos EUA e no Canadá, para 38 idiomas.

O Skype, por sua vez, lançou um aplicativo otimizado para iPad e atualizou a versão para smartphones equipados com Android.

A gigante das buscas sai na frente quando o assunto é preço, mas o Skype tem mais opções de pagamento e oferece videochamadas entre uma gama maior de dispositivos.

Confira os testes de ambos os serviços, feitos pela Folha:

GMAIL

E-mail, backup de arquivos, mensageiro instantâneo com videoconferência, gerenciador de múltiplas contas de correio eletrônico.

O Gmail, que já desempenha todas essas funções e, para muitas pessoas, representa parte essencial da vida virtual, ganhou uma atualização que promete tornar essa relação de dependência mais forte ainda.

O serviço, que já estava disponível em inglês (nos EUA e no Canadá), agora suporta 38 idiomas e realiza chamadas telefônicas para telefones fixos e celulares, nacionais ou internacionais, pelo próprio serviço de e-mail do Google.

O usuário do Gmail pode comprar créditos para as ligações em quatro moedas: euro, libra, dólar americano e dólar canadense.

Nos testes feitos pela Folha foram feitas chamadas locais e interurbanas. A qualidade do som é boa, semelhante à do Skype, embora ele capte mais ruído ambiente e seja um pouco mais baixo, mas nada que comprometa o entendimento da ligação.

A ferramenta é integrada ao bate-papo do Gmail e é bem fácil de usar.

Se em sua conta o serviço estiver disponível (ele está sendo implementado aos poucos), você verá um ícone verde em forma de telefone.

Ao clicar nele, abre-se uma nova janela em formato de teclado numérico de telefone -é preciso instalar um plug-in antes de usar o serviço pela primeira vez. É por essa janela que o usuário vai fazer a ligação, monitorar as chamadas feitas, saber quanto foi gasto em cada uma delas e quantos créditos restam.

SKYPE

Usuários do iPad podem finalmente acessar uma versão do Skype otimizada para o tablet da Apple.

Desde o início da semana passada, o aplicativo oficial do serviço está disponível para download gratuito na loja virtual App Store.

Já era possível usar o Skype no iPad aproveitando o aplicativo lançado para iPhone em 2010. Mas tratava-se da versão otimizada para o celular da Apple -a recém-lançada está mais limpa e aproveita bem o espaço da tela de 9,7 polegadas do iPad.

É importante lembrar que apenas o iPad 2 faz videochamadas; a primeira versão do tablet suporta apenas voz e não tem câmera.

O Skype para iPad permite fazer e receber chamadas de vídeo gratuitamente entre usuários do programa.

A conexão com a internet pode ser via Wi-Fi ou 3G, embora as conversas por Wi-Fi funcionem muito melhor.

O aplicativo realiza chamadas de vídeo em qualidade VGA também para outras plataformas, como Windows, OS X e Android, entre outros.
Também está disponível para download no Android Market uma nova versão do Skype para o sistema.

Com essa atualização, agora é possível realizar e receber chamadas de vídeo no Android 2.2 Froyo, que equipa aparelhos como o Galaxy S II, o Galaxy S e o Galaxy Tab, da Samsung; o Flyer e o Sensation, da HTC; e o Xperia Play e o Mini Pro, da Sony Ericsson.

Os celulares com Android 2.2, no entanto, só podem usar a câmera traseira para chamadas de vídeo.


Ativa ou passiva? Veja as diferenças entre as tecnologias de TV 3D


De olho no faturamento das grandes produções cinematográficas, os principais fabricantes colocaram televisores 3D no mercado no fim de 2009. Dois anos depois, os interessados em 3D já têm outra decisão na hora da compra: qual tecnologia 3D escolher? Ativa ou passiva?

Inseridos precocemente no mercado, as TVs 3D venderam menos que o esperado pelos fabricantes. A indústria sonhava com 30 milhões de unidades vendidas em 2010, mas, segundo a consultoria DisplaySearch, o comércio global de TVs 3D não passou de 5 milhões de unidades.

Em 2011, esse quadro começou a mudar. No Brasil, de janeiro a agosto, a venda de televisores 3D saltou de uma média de 21,5 mil unidades por mês para cerca de 46 mil aparelhos mensais. No ano, 5% das TVs vendidas no país são 3D, segundo números da consultoria GfK.

E o preço caiu. Em janeiro, uma TV 3D de 42 polegadas custava em média R$ 5.500. Em agosto, esse valor era de R$ 3.500. Hoje, há modelos 3D por menos de R$ 3.000.

A melhora nas vendas e a queda nos preços estão ligadas à evolução da tecnologia, que hoje se divide entre o 3D ativo e o 3D passivo. Navegue pelo infográfico abaixo para conhecer algumas diferenças entre essas duas tecnologias.

3D ATIVO

Samsung, Sony e Panasonic apostam no 3D ativo, o primeiro tipo a chegar ao mercado. "É a tecnologia que entrega a melhor qualidade de imagem com resolução Full HD", diz o gerente de marketing da linha Bravia da Sony Brasil, Luciano Bottura.

De fato, o 3D ativo oferece uma imagem melhor, Full HD, com 1.920 por 1.080 pixels. Quando exibe as imagens, a TV 3D envia um sinal aos óculos ativos, que são equipados com baterias. Suas lentes abrem e fecham, de forma intercalada e em sincronia com as imagens.

É tudo ultrarrápido -são até 240 imagens por segundo. Como cada olho vê um ângulo ligeiramente diferente da mesma cena, surge o efeito de profundidade.

Mas essa qualidade traz consigo entraves. Os óculos ativos são relativamente pesados (40 g, em média) e caros (R$ 200 por unidade).

Além disso, eles se comunicam com as TVs via sinais infravermelhos ou Bluetooth, tecnologias incompatíveis entre si, e os óculos de uma marca não funcionam com os aparelhos de outra.

Para resolver o problema, Panasonic, Samsung e Sony se uniram para fazer um modelo "universal" de óculos ativos. Mas ainda é projeto.

3D PASSIVO

Nesse cenário, o 3D passivo é uma opção mais econômica. Os modelos são mais baratos, e os óculos, mais leves (15 g, em média) e mais em conta (R$ 40 por unidade), semelhantes aos usados em cinemas 3D do país. "É uma experiência 3D mais confortável", defende Felippe Motta, gerente da área de TVs da LG do Brasil.

A qualidade de imagem, porém, é um pouco inferior.

Na TV de 3D passivo, uma película na frente da tela divide as ondas de luz em duas categorias, de ângulos ligeiramente diferentes. Quando chegam aos óculos, uma parte das luzes passa por uma lente; a outra parte, pela outra. No cérebro, recria-se o 3D.

A LG foi a primeira a oferecer o 3D passivo. Depois, a Philips lançou a linha "3D Easy".

3D ATIVO

Indicado para
Quem exige mais precisão das imagens, já que o formato oferece a melhor qualidade de imagem 3D, com até 1.080 linhas de pixels

Óculos
são mais pesados e incompatíveis entre si, e podem custar mais de R$ 200. Alguns modelos usam bateria de relógio, outros são recarregados via USB

Preço
a partir de R$ 3.500 (modelo de 42")

3D PASSIVO

Indicado para
quem pretende se divertir com amigos e familiares; oferece melhor ângulo de visão

Óculos
são mais leves, confortáveis e quase descartáveis; televisores são vendidos normalmente com quatro pares

Preço
a partir de R$ 2.300 (modelo de 32")